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Gestor › Atendimentos › Agentes IA

Configurar um agente

Criar o agente, dar personalidade e definir o que ele pode e não pode fazer.

Onde ficam

No menu lateral, em Atendimentos → Agentes IA. Ali você cria e mantém os agentes que depois serão usados nos fluxos de bot e nos workflows.

O que se configura

Nome — como você identifica esse agente no sistema.

Papelcopiloto ou atendente. É a decisão mais importante.

Modelo — qual IA usar. Define o custo por mensagem.

Chave de API — a credencial da sua conta na OpenAI.

Contexto e instruções — o texto que define como ele se comporta.

O passo a passo com as telas está em agente dentro de um fluxo, porque é lá que a configuração acontece na prática.

Escrevendo boas instruções

A instrução é o que separa um agente útil de um que causa problema. Um esqueleto que funciona:

Quem você é. “Você é o atendente virtual da [empresa], que faz [o quê].”

Como falar. “Use linguagem simples e cordial. Respostas curtas, no máximo três frases.”

O que pode responder. “Você pode informar horário de funcionamento, formas de pagamento e prazo de entrega padrão.”

O que não pode. “Nunca negocie preço. Nunca prometa prazo diferente do padrão. Nunca informe dados de outros clientes.”

Quando desistir. “Se a pessoa pedir para falar com um humano, se demonstrar irritação, ou se você não souber a resposta, encaminhe para um atendente.”

O que você não proíbe, ele tenta

Modelos de linguagem preferem responder algo a admitir que não sabem. Se a instrução não disser o que está fora do escopo, ele vai improvisar — com convicção.

As frases mais valiosas da sua instrução são as que começam com “nunca”.

Testando antes de soltar

  1. Rode como copiloto primeiro, e leia as sugestões por alguns dias.
  2. Faça as perguntas difíceis: preço, prazo apertado, reclamação, algo fora do escopo.
  3. Ajuste as instruções conforme os erros aparecerem.
  4. Só então avalie mudar para o papel de atendente.

Próximo passo