Acompanhar execuções
Ver o que cada workflow executou, onde parou e por quê.
Automação que roda nos bastidores tem um problema: quando dá errado, ninguém vê. A tela de execuções existe para isso.
A plataforma guarda o histórico de cada execução bloco a bloco — dá para acompanhar o caminho que o fluxo percorreu e em que ponto parou.
Esta página descreve o que existe no sistema, mas o caminho exato até a tela pode ter mudado. Se não bater com o que você vê, fale com o suporte — e nos avise para corrigirmos aqui.
O que olhar
Se disparou. Se não há execução registrada, o problema está no gatilho: o evento não é o que você imaginava, ou o departamento configurado não é aquele em que a conversa aconteceu.
Onde parou. Um fluxo que executa três de cinco blocos indica falha no quarto — normalmente uma integração que não respondeu ou uma condição que não bateu.
O retorno das integrações. Quando um bloco de integração falha, a resposta da API é o que diz o motivo.
Quando o workflow não faz nada
Na ordem:
- O evento é o certo? “Mensagem recebida” e “início de atendimento” parecem a mesma coisa e não são.
- O departamento bate? Gatilho restrito a Suporte não dispara em conversa de Vendas.
- O fluxo está ativo?
- A condição no meio do caminho está deixando passar? É onde a maioria dos fluxos para em silêncio.
Quando executa demais
Fluxo que dispara em laço costuma ser gatilho de “mensagem enviada” acionando um bloco que envia mensagem — e essa mensagem dispara o fluxo de novo.
A proteção é o delay mínimo de 15 segundos em fluxos recursivos, mas o melhor é rever a lógica: um gatilho que reage à própria ação do fluxo quase sempre é erro de desenho.
Ao criar um workflow novo, restrinja o gatilho a um departamento de pouco movimento e acompanhe as execuções por alguns dias. Depois de confirmar o comportamento, amplie.
É bem menos custoso que descobrir o problema em cima de toda a operação.