Ir para o conteúdo
Gestor › Atendimentos › Workflows

Acompanhar execuções

Ver o que cada workflow executou, onde parou e por quê.

Automação que roda nos bastidores tem um problema: quando dá errado, ninguém vê. O relatório de execuções existe para isso.

Onde fica

No card de cada workflow, na listagem, há o botão Relatório, no canto inferior direito.

O card também traz, sem precisar abrir o fluxo:

  • A versão atual do workflow, no canto superior direito (v3, por exemplo)
  • Ligar/desligar, editar e excluir
  • Nome, descrição, e as datas de criação e da última alteração

O que o relatório mostra

Cada execução é uma linha:

ColunaO que traz
StatusEm execução, Executado, Cancelado ou Falhou
ProgressoQuantos blocos já rodaram, do total
ProtocoloO atendimento que disparou
ContatoQuem estava do outro lado
Versão do WorkflowQual versão rodou naquela execução
GatilhoO conteúdo que chegou ao disparar

Dá para filtrar por protocolo e por nome ou telefone do contato — que é como se investiga a reclamação de um cliente específico.

A versão explica comportamento antigo

Toda alteração gera uma versão nova, e o relatório registra qual rodou em cada execução.

Quando alguém diz “isso não acontecia antes”, a coluna de versão responde: a execução antiga rodou em outra versão do fluxo.

O que olhar

Se disparou. Sem execução registrada, o problema está no gatilho: ou o evento não é o que você imaginava, ou o departamento configurado não é aquele em que a conversa aconteceu.

Onde parou. O progresso mostra quantos blocos rodaram. Três de cinco indica falha no quarto — normalmente uma integração que não respondeu ou uma condição que não bateu.

O conteúdo do gatilho. A coluna de gatilho mostra o que chegou. É onde se descobre que a variável usada mais adiante no fluxo não existia naquele dado.

Quando o workflow não faz nada

Na ordem:

  1. O evento é o certo? “É criado”, “está aguardando” e “é iniciado” acontecem em momentos diferentes da mesma conversa.
  2. O departamento bate? Gatilho em Suporte não dispara em conversa de Vendas — e o departamento é obrigatório.
  3. O fluxo está ativo? Confira o botão de ligar no card.
  4. A condição no meio do caminho está deixando passar? É onde a maioria dos fluxos para em silêncio, e o progresso denuncia.

Quando executa demais

Fluxo que dispara em laço costuma ser um bloco de ação que muda o estado do atendimento — transferir, por exemplo — sendo o mesmo estado que arma o gatilho.

A espera obrigatória em laço protege contra o caso extremo, mas não contra este: aqui o fluxo não volta para si mesmo no desenho — ele termina, muda o estado do atendimento, e esse estado arma o gatilho de novo.

Como o ciclo passa por fora do fluxo, a validação de ativação não enxerga. O melhor é rever a lógica: um gatilho que reage à própria ação do fluxo quase sempre é erro de desenho.

Enquanto você resolve, dá para cancelar uma execução em andamento pela listagem, e limpar o histórico de execuções quando ele ficar poluído demais para ser útil.

Teste com um departamento só

Ao criar um workflow novo, aponte o gatilho para um departamento de pouco movimento e acompanhe as execuções por alguns dias. Depois de confirmar o comportamento, replique.

É bem menos custoso que descobrir o problema em cima de toda a operação.

Relacionado

Atualizado em